Tags

Voltar

As mulheres não são todas iguais. Elas são diferentes, mas todas têm em comum a garra e a força que trazem desde o seu nascimento. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, que foi oficializado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975, colocamos, abaixo, o porquê desse dia e algumas histórias de mulheres que marcaram o seu tempo.


Conta a história que a origem seria um incêndio que de fato aconteceu em Nova York, no dia 25 de março de 1911. Esse incêndio aconteceu na Triangle Shirtwaist Company e vitimou 146 pessoas, 125 mulheres e 21 homens, sendo a maioria dos mortos judeus. Essa história é considerada um dos marcos para o estabelecimento do Dia das Mulheres. As causas desse incêndio foram as péssimas instalações elétricas associadas à composição do solo e das repartições da fábrica e, também, à grande quantidade de tecido presente no recinto, o que serviu de combustível para o fogo. Além disso, alguns proprietários de fábricas da época, incluindo o da Triangle, trancavam seus funcionários na fábrica durante o expediente como forma de conter motins e greves. No momento em que a Triangle pegou fogo, as portas estavam trancadas. Mas, elas não se deram por derrotadas e fizeram história. Veja:

Marie Curie foi a precursora nos estudos sobre a teoria da radioatividade juntamente com seu marido, Pierre Curie, e descobriu dois novos elementos químicos: o polônio e o rádio. Marie, em 1903 e 1911, foi a primeira mulher a receber duas vezes o prêmio Nobel, sendo o de Física e o de Química respectivamente. A filha do casal, Irène Joliot-Curie, foi longe também nos estudos e produziu o primeiro isótopo radioativo artificial, conquistando com isso o Nobel de Química de 1935. Nos anos 50, Gertrude Elion teve uma bela participação no desenvolvimento de um método esquemático para produção de fármacos, o que a permitiu produzir drogas contra leucemia, gota, rejeição ao transplante e infecção por herpesvírus, como o aciclovir, garantindo, assim, o prêmio Nobel. Mais atualmente, a virologista francesa Françoise Barré-Sinoussi recebeu o Nobel de Medicina de 2008 pela descoberta do vírus da imunodeficiência humana, o HIV, com seu mentor Luc Montagnier, feita em 1983. Nessa época estava ocorrendo a grande epidemia de AIDS, portanto conhecer o agente infeccioso foi de extrema importância para possibilitar um avanço no desenvolvimento de métodos terapêuticos para o combate à doença. Na década de 80, Elizabeth Blackburn e Carol Greider descobriram a enzima telomerase e como os telômeros protegem os cromossomos, o que lhes rendeu o Nobel de Medicina. Nesse mesmo ano, Ada E. Yonath foi premiada com o Nobel de Química pelos seus estudos sobre o ribossomo por cristalografia de raio X, o que gerou uma enorme importância para os estudos em criação de antibióticos, sendo a primeira mulher do Oriente Médio a conseguir tal feito.

A UniREDENTOR deseja a todas as mulheres um feliz Dia 
Internacional da Mulher!        SER MULHER É SABER SER O QUE QUISER

Tags: